Música de qualidade e valorização da capital são marcas registradas do Tianastácia
Uma cidade, nosso orgulho. Com esse lema, personalidades vestem a camisa da capital que amam. Não é diferente para a banda mineira Tianastácia, já que todos os integrantes fazem questão de permanecer em BH. “Somos todos de Belo Horizonte e nada melhor do que ficar aqui. Não existe mais a necessidade de ir para o Rio e São Paulo, pois já encontramos tudo o que precisamos em Minas, inclusive podemos até gravar nossos cd’s em ótimos estúdios", declara Podé Natáscia.
A banda
O grupo musical se tornou referência de rock em 1995, com o antigo “Festivalda” (Festival das Balas Valda). Como venceram a competição, tiveram a oportunidade de gravar seu primeiro disco pela Cogumelo Records (a mesma gravadora do Sepultura) e a música de sucesso foi a tão conhecida “Cabrobró”. Após o sucesso, a banda lançou os álbuns: “Tianastacia, “Tá na boa”, “Criança Louca” e “Na boca do sapo tem dente“.
Podé Nastácia foi convidado para fazer parte da banda em 1998. “O ex- vocalista André Miglio, saiu do Tianastácia para seguir carreira no teatro e circo, e o restante da banda me convidou para ser o vocalista, já que eles conheciam o meu trabalho. Eu era amigo e fã. Além disso, acompanhava todos os shows. Então, aceitei o convite, e desde então, a banda já está com essa formação há doze anos”.
Em 2004, com um público de 40 mil pessoas, o Tianastácia gravou seu primeiro DVD ao vivo, no maior evento de rock da capital mineira: Pop Rock Brasil. Em 2006, foi lançado “Orange 7”, que mostra, através das músicas, a maturidade dos músicos depois de anos de experiência. Em 2009, “Tianastácia no País das Maravilhas” é lançado independente e com duas semanas, 15 mil cópias já haviam sido vendidas. Os destaques do CD são Faroeste Caboclo do Legião Urbana e Balada do Louco dos Mutantes, trabalhos que contém características particulares de todos os integrantes. “O grupo é a união de cinco cabeças com várias influências, formando as características da banda. Eu, por exemplo, levei inspirações do Clube da Esquina, Chico Buarque e Caetano Veloso”, revela.
Belo Horizonte no sangue
“O mineiro é singular. Além disso, BH ainda é uma capital onde temos paz e tranquilidade. O jeito que conversamos, enfim todas as nossas características, tudo isso vai para a música e para os shows naturalmente. Não temos uma intenção direta, simplesmente acontece.” A banda já fez algumas homenagens a Belo Horizonte e Minas Gerais através de suas músicas. São exemplos: “Bondosa” e “Eu sou mineiro”.
E para valorizar ainda mais o que sente pela capital mineira, a banda participa de vários projetos culturais, entre eles o "Eu amo BH Radicalmente e provo", que tem com principal objetivo elevar o nome da cidade e despertar o amor do belo-horizontino pela sua terra natal.
Além disso, Podé também apoia o Projeto Querubins, (www.favelaeissoai.com.br/noticias.php?cod=27). O projeto leva acompanhamento psicológico, escolar, aulas de informática, encaminhamento ao mercado de trabalho e engajamento de jovens e crianças de baixa renda para a construção de uma vida mais digna. “Não tem como ser diferente. Belo Horizonte não está só no coração, já está no sangue”.
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O nome "Tianastácia"O nome da banda foi inspirado no “Sítio do Picapau Amarelo”, criação de Monteiro Lobato, que tinha uma personagem chamada Tia Anastácia. Formada por Maurinho Nastácia (vocal e violão), Antônio Júlio Nastácia (guitarra), Beto Nastácia (contra-baixo), Glauco Nastácia (bateria), Podé Nastácia (vocal e violão), e João de Deus (novo integrante da banda no teclado e guitarra), os integrantes levam o sobrenome “Nastácia” em homenagem ao personagem.










